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Jornal Linha Fina 03

Publicado em: 08/03/2016
Atualizado em em: 08/03/2016

Por: Sergio Mari Jr.

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Editorial

Estágio em Jornalismo: uma eterna polêmica

Entidades procuram evitar que o estágio se torne exploração de mão-de-obra.

Proibido pela legislação que regulamenta a pro ssão de jornalista (artigo 19 do Decreto 83.284/79) por reivindicação, inclusive, dos próprios estudantes, o estágio voltou a ser motivo de polêmica e embates especialmente na década de 1990. A partir de então, os estudantes passaram a reivindicar e pressionar por sua volta, alegando que o contato com o mercado de trabalho contribuiria para a formação profissional.

Por muitos anos, então, jornalistas, professores e estudantes de jornalismo debateram e polemizaram em torno da necessidade e viabilidade da realização do estágio. Os profissionais, através da FENAJ e seus Sindicatos, sempre buscando evitar que, sob a justificativa de estágio, o mercado de trabalho explorasse mão-de-obra barata e aviltasse a profissão por demais já atacada. Porque era exatamente essa a realidade.

Para a FENAJ e Sindicatos, se realmente fosse necessária a volta do estágio, este teria de retornar a partir de entendimentos e mudanças que envolvessem não apenas sua prática, mas todo o processo de formação em jornalismo. De acordo com o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Londrina, Ayoub Hanna Ayoub, o estágio é muito importante para os estudantes que precisam vivenciar a prática, porém deve funcionar como complemento e não como substituição de profissionais já formados.

Para Hanna Ayoub se o estudante tivesse a consciência de que o estágio hoje é o emprego que ele não terá amanhã ao terminar a faculdade, as irregularidades seriam bem menores. O Sindicato dos Jornalistas de Londrina tem se posicionado de forma rigorosa na fiscalização de empresas que exploram estudantes que procuram o estágio como aprendizado e também ganhar um dinheiro extra. Essa posição do sindicato é louvável, considerando que as empresas de comunicação, com base em interesses econômicos, acabam substituindo profissionais por estagiários, o que caracteriza exploração de mão-de-obra. E deve ser combatida.

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