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Ambiente de Marketing

Publicado em: 24/02/2015
Atualizado em em: 22/03/2018

Por: Sergio Mari Jr.

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A preocupação o ambiente somente começou a ganhar importância nos estudos sobre a Administração das Empresas por volta de 1947, com a Teoria Estruturalista. Segundo essa teoria, a empresa era uma estrutura, um sistema em si mesma, com seus departamentos, profissionais e processos contribuindo para a conquista dos seus objetivos.

Mas a empresa também faz parte de uma estrutura maior, a sociedade. Portando, essa teoria estudava também as relações de uma empresa ou outras empresas, como o governo e com os demais agentes da sociedade, inaugurando assim a preocupação com o ambiente externo.

O movimento estruturalista foi predominantemente europeu e teve um caráter mais filosófico na tentativa de obter a interdisciplinaridade das ciências. Ele vem do conceito de estrutura (do grego struo = ordenar) como uma composição de elementos visualizados em relação à totalidade da qual fazem parte. As partes são reunidas em um arranjo estruturado e tornam-se subordinadas ao todo (estrutura). Qualquer modificação em uma das partes implica em modificações nas demais partes e nas relações entre elas. O conceito de estrutura, em essência, equivale ao conceito de sistemas (CHIAVENATO, 2003, p. 288)

Na década de 1970 a preocupação com o ambiente externo já era prioridade nos estudos da administração. A Teoria das Contingências, datada de 1972, subordinava toda a empresa ao seu ambiente externo. De acordo com essa teoria, a empresa deveria ser administrada de acordo com as influências que sofria da tecnologia e do ambiente. Não haveria uma única forma melhor de se conduzir uma empresa, sendo que a melhor administração seria aquela que melhor respondesse às questões externas.

A abordagem contingencial salienta que não se alcança a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional, ou seja, não existe uma forma única e melhor para organizar no sentido de se alcançar os objetivos variados das organizações dentro de um ambiente também variado. Os estudos recentes sobre as organizações complexas levaram a uma nova perspectiva teórica: a estrutura da organização e seu funcionamento são dependentes da sua interface com o ambiente externo. Diferentes ambientes requerem diferentes desenhos organizacionais para obter eficácia. Torna-se necessário um modelo apropriado para cada situação. Por outro lado, diferentes tecnologias conduzem a diferentes desenhos organizacionais. Variações no ambiente ou na tecnologia conduzem a variações na estrutura organizacional. (CHIAVENATO, 2003, p. 498)

O administrador deve então identificar os principais fatores que influenciam direta ou indiretamente a atuação das empresas no mercado. Por meio da Análise do Ambiente, identifica os pontos fortes e os pontos fracos de um produto, serviço, marca ou empresa para que se possa tomar providências e adotar ações que possam torná-la mais competitiva. Identifica também as principais oportunidades e ameaças possíveis a sua atuação no mercado, normalmente oferecidas por questões externas mas que influenciam diretamente sua atuação.

Análise Ambiental

É a identificação dos principais fatores que influenciam direta ou indiretamente a atuação das empresas no mercado.

Por meio da Análise do Ambiente, a empresa identifica seus pontos fortes e seus pontos fracos para que se possa tomar providências e adotar ações que possam torná-la mais competitiva. Identifica também as principais oportunidades e ameaças possíveis a sua atuação no mercado, normalmente oferecidas por questões externas mas que influenciam diretamente sua atuação.

A Análise Ambiental é feita por meio do estudo das Variáveis Ambientais. Essas variáveis podem vir de duas fontes principais: o Macroambiente (também conhecido como ambiente geral ou ambiente externo) e o Microambiente (também conhecido como ambiente de tarefas ou ambiente interno).

Referências

CHIAVENATO. Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.


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