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Cedilha 2009: Valdorella Chianti

Publicado em: 8/9/2014
Atualizado em em: 22/08/2017

Por: Sergio Mari Jr.

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Em 2015 a Cedilha Comunicação Digital completa 10 anos de atividade. Para comemorar selecionei 10 vinhos, um para cada ano de atividade da empresa. Este é o quinto.

Cedilha 2009: Valdorella Chianti

2009 foi um ano que considero morno. Bons em alguns aspectos e ruins em outros. Foi um ano de muito trabalho e, por isso, muita atividade operacional e pouco pensamento estratégico. Basicamente continuamos fazendo as coisas que fazíamos, atendendo os clientes que atendíamos... De alguma forma as coisas estavam andando, mas na minha avaliação estávamos passivos demais.

Mais ou menos na metade do ano recebi a proposta de um amigo que abrira uma Agência de Propaganda para trabalharmos juntos. Como a Cedilha estava se concentrando em sua verdadeira vocação: mídia digital e projetos editoriais, não éramos concorrentes e essa era uma ótima ideia, afinal a união das duas empresas traria grande sinergia. O know-how de uma completava o da outra. Estabelecemos uma parceria e as duas empresas passaram a funcionar no mesmo endereço. Funcionou por algum tempo.

Foi um ano bastante positivo financeiramente. Tempo de recuperar investimentos e fortalecer o caixa. Creio que se não tivesse sido assim a empresa não teria continuado, mas graças a Deus tanto trabalho foi minimamente recompensado. Nessa época nosso modelo de negócio ainda tinha uma falha: apenas 10% da receita da empresa vinha de faturamento recorrente e todo o restante dependia de novos contratos. Demorou alguns anos ainda para corrigir essa falha, mas a essa altura eu já percebia que ela existia.

Pela primeira vez  foi possível ter esse tipo de preocupação - com o modelo de negócio ou com a saúde financeira da empresa. Por isso nesse ano tomei a iniciativa de desenvolver um sistema próprio para a gestão do nosso negócio. Transferimos para esse sistema todos os controles financeiros e de projetos que fazíamos em outros softwares ou até manualmente. Tenho convicção de que essa foi uma das melhores coisas que já fiz pela empresa. Os benefícios desse sistema são incalculáveis. Me pergunto como foi possível gerenciar a empresa por quase 5 anos sem ele!

Fizemos alguns projetos memoráveis nesse ano. Dois trabalhos que gosto de lembrar especialmente são o website da Arquidiocese de Londrina, que foi bastante desafiador mas com resultado final muito interessante, gerando contatos e amizades que estão vivas até hoje (atualmente o site não está mais sob nossa responsabilidade) e um website desenvolvido para a Embrapa Soja que embora seja simples, me orgulho bastante de ter feito.

Tudo isso é sinal de que a empresa amadurecera. Portanto, o vinho para representar esse ano precisava ser um vinho maduro. Não podia ser um vinho excelente pois considero que ainda não éramos excelentes, mas já podia ser um vinho bom.

Escolhi então esse Chianti Valdorella 2009, típico da região de Arezzo, Itália. Um ótimo vinho! Mas sempre que vejo ou tomo um vinho Chianti sou forçado a me lembrar que existem vinhos dessa região em uma outra categoria, os Chianti Clássicos... Ou seja, esse é bom, mas não é o Clássico. Assim como a empresa, que já era boa, mas ainda não estava no topo.

Pretendo degustá-lo no futuro em uma rodada de pizza gourmet, de preferência na beira de um forno.


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