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AgroRede Notícias n.03

Publicado em: 19/1/2016
Atualizado em em: 08/03/2016

Por: Sergio Mari Jr.

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Editorial

Profissionalismo, organização e marketing

O episódio de suspensão das vendas externas da carne bovina brasileira para a União Européia traz mais uma vez à realidade o modelo desorganizado em que está o segmento no nosso país. Enquanto que outras cadeias produtivas, como a do frango, se encontram melhor estruturada e possuem um bom consumo por habitante, o mercado bovino acumula novamente pontos negativos em seu marketing.

É preciso repetir sempre: falta mais profissionalismo para uma boa parte dos integrantes da cadeia bovina. Desde a indústria frigorífica, produtores rurais, órgãos fiscalizadores, empresas certificadoras até as instituições das esferas governamentais, todos insistem em empurrar os entraves criados por outros blocos comerciais com o famoso “jeitinho” brasileiro. Sabemos, há anos, que ao assumirmos a liderança mundial das exportações de carne bovina, os concorrentes fariam de tudo: barreiras comerciais; sanitárias, sociais, entre outras formas de protecionismo agrícola. Então, por que não se prepararam para esta situação? Será que houve arrogância, falta de união ou desconhecimento sobre as relações internacionais praticadas no mercado mundial? Acreditamos que um pouco de cada. A União Européia não é o único comprador do nosso produto, mas é muito importante para que possamos continuar a divulgar o boi de capim, ambientalmente correto, para outros centros comerciais. O momento deve ser de diálogo e de coerência entre as partes envolvidas.

Além disso, o chamado “RG” do animal, exigido pelos países europeus já deveria estar funcionando com bastante clareza em todo o rebanho do nosso país. Por que atender apenas a vontade da comunidade européia? Nós, que sobrevivemos do agronegócio, somos fornecedores e, ao mesmo tempo, consumidores. Por isso, o que é bom lá na Europa, também é ótimo para o mercado nacional. Só assim, podemos falar em organização e profissionalismo. Por enquanto, o que temos é o oportunismo de alguns setores.

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