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AgroRede Notícias n.02

Publicado em: 19/01/2016
Atualizado em em: 19/01/2016

Por: Sergio Mari Jr.

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Editorial

Dá com uma mão, toma com a outra!

Em 2007, o setor agropecuário brasileiro come- çou a se recuperar das graves crises que atravessou durante as safras de 2004/2005 e 2005/2006. Até o mo- mento, os números divulgados na imprensa em geral sobre o desempenho da atividade agropecuária estão a contento e representam sinais de uma boa retoma- da do mercado agrícola para o produtor rural.

Além disso, com o apoio de diversas entidades repre- sentativas do homem do campo e de outras importantes instituições de classe da sociedade civil, que se manifes- taram contrários à prorrogação da Contribuição Provisó- ria sobre a Movimentação Financeira (CPMF), o Senado Federal se articulou e derrubou a continuidade do impos- to, prevista para ser cobrada até 2011. Mas, o que poderia ser uma vitória da sociedade brasileira e, principalmente, para o bolso do cidadão, já está com os dias contados.

O governo federal decidiu aumentar a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Esta medida vai também taxar uma série de operações do setor produtivo, que até 2007 eram isentas do IOF e agora passam a pagar este imposto. Ou seja, dá for- çadamente com uma mão, mas toma com a outra!

Empréstimos de custeio, comercialização da safra e de investimentos, entre outras modalida- des de créditos rurais, passaram a ter a incidência de 0,38% de alíquota do IOF. Aumentou-se a carga tributária para o setor que mal conseguiu se recu- perar da forte crise de anos anteriores, e passou-se também a encarecer ainda mais os custos de produ- ção. Representantes do setor e lideranças da ban- cada ruralista já se movimentam contra a cobrança deste novo imposto. Até o fechamento desta edição, não haviam conseguido derrubá-lo. Porém, como o homem do campo é um eterno lutador, esperamos que no mais breve tempo possível obtenha êxito.

Para os tecnocratas de plantão retransmitimos apenas uma frase de indignação que o homem do campo não cansa de repeti-la: “Se o governo não ajuda, então, não atrapalha!”.

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AgroRede Notícias n.03

Publicado em: 19/01/2016
Atualizado em em: 08/03/2016

Por: Sergio Mari Jr.

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Editorial

Profissionalismo, organização e marketing

O episódio de suspensão das vendas externas da carne bovina brasileira para a União Européia traz mais uma vez à realidade o modelo desorganizado em que está o segmento no nosso país. Enquanto que outras cadeias produtivas, como a do frango, se encontram melhor estruturada e possuem um bom consumo por habitante, o mercado bovino acumula novamente pontos negativos em seu marketing.

É preciso repetir sempre: falta mais profissionalismo para uma boa parte dos integrantes da cadeia bovina. Desde a indústria frigorífica, produtores rurais, órgãos fiscalizadores, empresas certificadoras até as instituições das esferas governamentais, todos insistem em empurrar os entraves criados por outros blocos comerciais com o famoso “jeitinho” brasileiro. Sabemos, há anos, que ao assumirmos a liderança mundial das exportações de carne bovina, os concorrentes fariam de tudo: barreiras comerciais; sanitárias, sociais, entre outras formas de protecionismo agrícola. Então, por que não se prepararam para esta situação? Será que houve arrogância, falta de união ou desconhecimento sobre as relações internacionais praticadas no mercado mundial? Acreditamos que um pouco de cada. A União Européia não é o único comprador do nosso produto, mas é muito importante para que possamos continuar a divulgar o boi de capim, ambientalmente correto, para outros centros comerciais. O momento deve ser de diálogo e de coerência entre as partes envolvidas.

Além disso, o chamado “RG” do animal, exigido pelos países europeus já deveria estar funcionando com bastante clareza em todo o rebanho do nosso país. Por que atender apenas a vontade da comunidade européia? Nós, que sobrevivemos do agronegócio, somos fornecedores e, ao mesmo tempo, consumidores. Por isso, o que é bom lá na Europa, também é ótimo para o mercado nacional. Só assim, podemos falar em organização e profissionalismo. Por enquanto, o que temos é o oportunismo de alguns setores.

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