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Acessibilidade na Web

Publicado em: 29/09/2007
Atualizado em em: 28/10/2015

Por: Sergio Mari Jr.

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O que é Acessibilidade na web

Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população.

Na web a acessibilidade é conseguida por meio de ferramentas que permitem que portadores de deficiências se utilizem os websites. Podem ser leitores de tela para deficientes visuais, teclados virtuais para portadores de deficiência motora ou com dificuldades de coordenação motora, sintetizadores de voz para pessoas com problemas de fala, etc.

Lei da Acessibilidade

Acessibilidade é um direito dos cidadãos com necessidades especiais, reconhecido em Lei, pelo Decreto Nº 5.296 de 02 de dezembro de 2004

CAPÍTULO VI - DO ACESSO À INFORMAÇÃO E À COMUNICAÇÃO

Art. 47.  No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste Decreto, será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis.

§ 1o  Nos portais e sítios de grande porte, desde que seja demonstrada a inviabilidade técnica de se concluir os procedimentos para alcançar integralmente a acessibilidade, o prazo definido no caput será estendido por igual período.

§ 2o  Os sítios eletrônicos acessíveis às pessoas portadoras de deficiência conterão símbolo que represente a acessibilidade na rede mundial de computadores (internet), a ser adotado nas respectivas páginas de entrada.

Veja no vídeo abaixo, produzido pela ong Acesso Digital, como é a realidade das pessoas com deficiência ao navegarem por websites que não se preocupam em oferecer-lher acessibilidade:

Como ser Acessível na Web

No mundo da internet existe um órgão responsável por criar padrões e regulamentar as técnicas de desenvolvimento utilizadas na internet, chamado W3C. No caso da acessibilidade o W3C tem 14 recomendações que devem servir de base para o desenvolvimento de qualquer site acessível. Estas recomendações são classificadas em 3 níveis de prioridade:

Prioridade 1: Pontos que seu site deve satisfazer inteiramente.

Prioridade 2: Pontos que seu site deveria satisfazer.

Prioridade 3: Pontos que seu site pode satisfazer.

Recomendações para se cumprir os níveis de acessibilidade

  1. Fornecer alternativas equivalentes ao conteúdo sonoro e visual.
  2. Não recorrer apenas à cor.
  3. Utilizar corretamente marcações e folhas de estilo.
  4. Indicar claramente qual o idioma utilizado
  5. Criar tabelas passíveis de transformação harmoniosa
  6. Assegurar que as páginas dotadas de novas tecnologias sejam transformadas harmoniosamente
  7. Assegurar o controle do usuário sobre as alterações temporais do conteúdo
  8. Assegurar a acessibilidade direta de interfaces do usuário integradas
  9. Projetar páginas considerando a independência de dispositivos
  10. Utilizar soluções de transição
  11. Utilizar tecnologias e recomendações do W3C
  12. Fornecer informações de contexto e orientações.
  13. Fornecer mecanismos de navegação claros.
  14. Assegurar a clareza e a simplicidade dos documentos.

Avaliação da Acessibilidade

Existem várias ferramentas disponíveis na internet que verificam automaticamente se um determinado website segue as recomendações de Acessibilidade.

No Brasil, existe um projeto de uma entidade chamada Acessibilidade Brasil, que desenvolveu uma ferramenta própria e em português para esta função:

www.dasilva.org.br

Referência

W3C BRASIL. Cartilha de Acessibilidade na Web. Disponível em: Acesso em: 21 de out. de 2014

Search Engine Optimization (SEO)

Publicado em: 03/02/2016
Atualizado em em: 24/05/2016

Por: Sergio Mari Jr.

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EVOLUÇÃO DOS SITES DE BUSCA

Os primeiros sites a fazerem sucesso na internet e conseguirem uma audiência de massa foram os Catálogos de sites ou Diretórios, que apresentavam listas de sites disponíveis na rede organizados por algumas categorias.

Logo apenas as categorias deixaram de ser suficientes para catalogas os sites, então os mecanismos evoluíram para a chamada Metabusca. Este formato se baseava no cadastramento de metainformações sobre cada site, como título da página, descrição, palavras-chave, endereço etc.

Veja na imagem abaixo um exemplo da página inicial do Cadê?, um serviço de busca que era muito popular no Brasil nos anos 1990:

Cadê?

No começo da página é possível ver uma caixa de Consulta, onde você poderia fazer sua metabusca, ou seja, buscar por informações existentes no título, descrição e palavras chaves dos sites. Um pouco mais a baixo há uma lista de categorias ou diretórios, onde você encontrava uma listagem de sites organizados em ordem alfabética sobre cada um desses assuntos.

O modelo de metabusca vigorou por muito tempo, até que o Google inaugurou um modelo completamente diferente de indexação, capaz de catalogar as informações contidas no conteúdo de cada página e de apresentá-las aos usuários classificadas de acordo com sua importância e relevância na internet. Este modelo ficou conhecido como Busca Orgânica e é adotados por todos os modernos sistemas de busca (search engines).

Num futuro próximo espera-se a efetivação do modelo de Busca Semântica já anunciado por algumas ferramentas. No modelo da busca semântica, nós não obteríamos uma lista de sites, mas sim respostas diretas às nossas perguntas.

Experimente, por exemplo, fazer a seguinte busca no Google:

define:marketing

Ele retornará uma caixa já contendo a definição de Marketing, sem que você precise acessar os sites encontrados para procurar sua resposta.

Como Funciona a Busca Orgânica

Porém, a Busca Semântica ainda não passa de uma promessa. No modelo atual, o da Busca Orgânica, o site de busca faz uma cópia de todas as páginas encontradas na internet. Esta cópia é chamada Cache. Assim, ele tem a capacidade para ler todo o conteúdo das páginas, e não somente seus títulos e cabeçalhos.

Porém, o principal diferencial da Busca Orgânica é sua capacidade de classificar as páginas encontradas por ordem de importância.

A ordem em que os sites são apresentados é determinada por uma série de fatores, sendo que no caso do Google, o mais importante deles é o chamado PageRank, que detalharemos mais abaixo.

Isso criou um hábito nos internautas: como eles sabem que os sites são apresentados por ordem de importância, clicam apenas nos primeiros resultados:

Google 2005 x 2008

Search Engine Optimization

Para aparecer nas primeiras posições nos buscadores é importante a adoção de boas práticas ao desenvolver e manter um site.

Assim surgiu uma atividade chamada Search Engine Optimization (SEO), que significa a recomendação de melhorias em um site para que ele aparece melhor nos mecanismos de busca.

O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A consequência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca.

Cada mecanismo de busca adota uma metodologia própria para determina a importância de uma página. Essa metodologia normalmente é guardada a sete chaves, sendo que apenas alguns detalhes são revelados ao mercado. O Google, por exemplo, batiza sua classificação com nome de PageRank.

O PageRank é uma escala que vai de 0 a 10 e funciona geometricamente, ou seja, é mais fácil subir do nível 1 para o 4 do que do 6 para 7, por exemplo. Quanto maior o PageRank de uma página, mais próximo aos primeiros resultados ele irá aparecer.

O PageRank mede a importância de uma página contabilizando a quantidade e qualidade de links em outras páginas apontando para ela. Quanto mais links uma página tiver em outras boas páginas, melhor será sua nota.

Porém o PageRank não é o único critério utilizado pelo Google para determinar a posição em que um site aparecerá nos resultados. A seguir veremos alguns dos outros critérios que são levados em conta:

  • Idade do site;
  • Frequência e regularidade com que o conteúdo é atualizado;
  • Tamanho dos textos;
  • Padrão de desenvolvimento adotado;
  • Exclusividade do conteúdo;
  • Relação entre o conteúdo e as expressões buscadas pelos usuários;
  • Frequência com que este conteúdo é procurado;
  • Estabilidade do site (tempo que fica disponível).

Observação: No dia 18 de abril de 2016 o Google deixou de exibir publicamente a informações sobre o PageRank de cada site.

Search Engine Marketing

Atualmente é tão importante aparecer nas primeiras posições em um site de busca, que essa se tornou sua principal fonte de receita.

Praticamente todas as ferramentas de busca comerciais reservam espaços no topo de suas listas para os chamados links patrocinados, ou seja, para a apresentação de liks pagos antes do resultado orgânico.

Normalmente os links patrocinados são pequenos anúncios textuais apresentados juntamente com o resultado da busca realizada por um usuário.

Os anúncios a serem apresentados são escolhidos de acordo com o tema pesquisado ou de acordo com o conteúdo da página visitada.

Em geral o anunciante diz quanto quer pagar por cada clique recebido em seu link e aqueles que optam por pagar mais aparecem nas primeiras posições entre os anúncios.

A atividade de criar e gerenciar esses anúncios é conhecida como Search Engine Marketing (SEM).

tsu.co

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