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Cedilha 2009: Valdorella Chianti

Publicado em: 08/09/2014
Atualizado em em: 10/12/2015

Por: Sergio Mari Jr.

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Em 2015 a Cedilha Comunicação Digital completa 10 anos de atividade. Para comemorar selecionei 10 vinhos, um para cada ano de atividade da empresa. Este é o quinto.

Cedilha 2009: Valdorella Chianti

2009 foi um ano que considero morno. Bons em alguns aspectos e ruins em outros. Foi um ano de muito trabalho e, por isso, muita atividade operacional e pouco pensamento estratégico. Basicamente continuamos fazendo as coisas que fazíamos, atendendo os clientes que atendíamos... De alguma forma as coisas estavam andando, mas na minha avaliação estávamos passivos demais.

Mais ou menos na metade do ano recebi a proposta de um amigo que abrira uma Agência de Propaganda para trabalharmos juntos. Como a Cedilha estava se concentrando em sua verdadeira vocação: mídia digital e projetos editoriais, não éramos concorrentes e essa era uma ótima ideia, afinal a união das duas empresas traria grande sinergia. O know-how de uma completava o da outra. Estabelecemos uma parceria e as duas empresas passaram a funcionar no mesmo endereço. Funcionou por algum tempo.

Foi um ano bastante positivo financeiramente. Tempo de recuperar investimentos e fortalecer o caixa. Creio que se não tivesse sido assim a empresa não teria continuado, mas graças a Deus tanto trabalho foi minimamente recompensado. Nessa época nosso modelo de negócio ainda tinha uma falha: apenas 10% da receita da empresa vinha de faturamento recorrente e todo o restante dependia de novos contratos. Demorou alguns anos ainda para corrigir essa falha, mas a essa altura eu já percebia que ela existia.

Pela primeira vez  foi possível ter esse tipo de preocupação - com o modelo de negócio ou com a saúde financeira da empresa. Por isso nesse ano tomei a iniciativa de desenvolver um sistema próprio para a gestão do nosso negócio. Transferimos para esse sistema todos os controles financeiros e de projetos que fazíamos em outros softwares ou até manualmente. Tenho convicção de que essa foi uma das melhores coisas que já fiz pela empresa. Os benefícios desse sistema são incalculáveis. Me pergunto como foi possível gerenciar a empresa por quase 5 anos sem ele!

Fizemos alguns projetos memoráveis nesse ano. Dois trabalhos que gosto de lembrar especialmente são o website da Arquidiocese de Londrina, que foi bastante desafiador mas com resultado final muito interessante, gerando contatos e amizades que estão vivas até hoje (atualmente o site não está mais sob nossa responsabilidade) e um website desenvolvido para a Embrapa Soja que embora seja simples, me orgulho bastante de ter feito.

Tudo isso é sinal de que a empresa amadurecera. Portanto, o vinho para representar esse ano precisava ser um vinho maduro. Não podia ser um vinho excelente pois considero que ainda não éramos excelentes, mas já podia ser um vinho bom.

Escolhi então esse Chianti Valdorella 2009, típico da região de Arezzo, Itália. Um ótimo vinho! Mas sempre que vejo ou tomo um vinho Chianti sou forçado a me lembrar que existem vinhos dessa região em uma outra categoria, os Chianti Clássicos... Ou seja, esse é bom, mas não é o Clássico. Assim como a empresa, que já era boa, mas ainda não estava no topo.

Pretendo degustá-lo no futuro em uma rodada de pizza gourmet, de preferência na beira de um forno.

4º Centenário da Colonização do Brasil - 1532-1932 - Série Vicentina

Publicado em: 05/02/2016
Atualizado em em: 05/02/2016

Por: Sergio Mari Jr.

Categoria: Numismática
Comentários: 1

Essa série de posts apresenta minha coleção de Moedas Comemorativas Brasileiras de Circulação Comum.

Série de moedas em comemoração ao 4º Centenário da Colonização do Brasil. Essas moedas também são conhecidas como Série Vicentina, por comemorar também a fundação Vila de São Vicente (hoje cidade de São Paulo).

(!) 100 Réis

100 Réis100 Réis

1.012.214 unidades cunhadas.

ANVERSO: Busto do cacique Tibiriçá. No campo, em sete linhas interrompidas pela figura, IV centenário da Colonização do Brasil, 1532-1932. Abaixo da data 1532 a sigla LC do gravador Leopoldo Alves Campos.

REVERSO: No campo, ao alto, uma panóplia indígena. Por baixo, o valor 100 RÉIS em duas linhas. A esquerda da haste da lança a sigla WT do gravador Walter Rodriques Toledo.

Material: cuproníquel
Diâmetro: 20,0 mm
Peso: 5,00 g
Espessura: 1,80 mm
Bordo: liso
Titulagem: Cu 750, Ni 250
Eixo: reverso medalha (EV)
Origem: Casa da Moeda, Rio de Janeiro

(!) 200 Réis

200 Réis200 Réis

596.214 unidades cunhadas.

ANVERSO: Esfera armilar. Na orla, IV centenário da Colonização do Brasil, 1532-1932. Em baixo do equador a sigla CB do gravador Calmon Barreto.

REVERSO: Caravela quinhentista. Na orla, 1532-1932. No exergo, o valor 200 réis em duas linhas. A direita do valor a sigla BA do gravador Arlindo Bastos.

Material: cuproníquel
Diâmetro: 25,0 mm
Peso: 8,00 g
Espessura: 2,00 mm
Bordo: liso
Titulagem: Cu 750, Ni 250
Eixo: reverso medalha (EV)
​Origem: Casa da Moeda, Rio de Janeiro

(!) 400 Réis

400 Réis400 Réis

416.214 unidades cunhada.

ANVERSO: Mapa da América do Sul dividido pelo meridiano de Tordesilhas, ladeado pelas datas 1532-1932. Na orla, IV centenário da Colonização do Brasil, entre pontos. Em baixo do mapa, ao lado esquerdo, a sigla WT do gravador Walter Toledo.

REVERSO: Cruz da Ordem Militar de Cristo. Na orla, 400 réis. No ângulo entre o braço direito e o pé da cruz a sigla BN do gravador Basílio Nunes.

Material: cuproníquel
Diâmetro: 30,0 mm
Peso: 12,00 g
Espessura: 2,00 mm
Bordo: liso
Titulagem: Cu 750, Ni 250
Eixo: reverso medalha (EV)
​Origem: Casa da Moeda, Rio de Janeiro

500 Réis

34.214 unidades cunhadas.

ANVERSO: Busto de João Ramalho. No campo, em sete linhas, IV centenário da Colonização do Brasil, 1532-1932. A direita em baixo do traço a sigla CB do gravador Calmon Barreto.

REVERSO: Sobre traços horizontais, um gibão bandeirante, entre o valor 500, na vertical, e a palavra réis, em cruz. O gravador do reverso foi Calmon Barreto.

Material: bronze alumínio
Diâmetro: 22,5 mm
Peso: 4,00 g
Espessura: 1,50 mm
Bordo: serrilhado
Titulagem: Cu 910, Al 90
Eixo: reverso medalha (EV)
​Origem: Casa da Moeda, Rio de Janeiro

1000 Réis

59.214 unidades cunhadas.

ANVERSO: Efígie de Martim Afonso da Sousa de corpo quase inteiro. No campo, a inscrição em sete linhas interrompida pela figura, IV centenário da Colonização do Brasil, 1532-1932. Abaixo da data 1932 a sigla LC do gravador Leopoldo Campos.

REVERSO: Armas de Martim Afonso. Na orla, 1000 réis. A esquerda na parte inferior do brasão a sigla do gravador Hermínio Pereira.

Material: bronze alumínio
Diâmetro: 26,7 mm
Peso: 8,00 g
Espessura: 2,10 mm
Bordo: serrilhado
Titulagem: Cu 910, Al 90
Eixo: reverso medalha (EV)
​Origem: Casa da Moeda, Rio de Janeiro

(!) 2000 Réis

2000 Réis2000 Réis

695.214 unidades cunhadas.

ANVERSO: Busto de D. João III, Rei de Portugal. No campo, em sete linhas interrompidas pela efígie, IV centenário da Colonização do Brasil, 1532-1932. A sigla em baixo da data 1932 é do gravador Leopoldo Campos.

REVERSO: Escudo real de D. João III. Em orla, ao alto, 2000 réis. No exergo, em caracteres góticos, REI DPORTUGALL. A direita da palavra Portugal a sigla BA do gravador Arlindo Bastos.

Material: prata
Diâmetro: 26,0 mm
Peso: 8,00 g
Espessura: 1,80 mm
Bordo: serrilhado
Titulagem: Ag 500
Eixo: reverso medalha (EV)
​Origem: Casa da Moeda, Rio de Janeiro

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