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As 5 Forças Competitivas de Porter

Publicado em: 10/11/2015
Atualizado em em: 03/08/2017

Por: Sergio Mari Jr.

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Esse modelo de análise estratégica foi formulado por Michael Porter em 1979.

Sua função é analisar o nível de competitividade ao qual as empresas estão sujeitas.

A partir da análise de 5 forças do ambiente, é possível traçar a melhor estratégia competitiva.

Cinco Forças de Porter

A primeira dessas forças é a Rivalidade entre os Concorrentes. Essa força prevalece perante as outras. Em mercados onde há alta rivalidade entre os concorrentes, certamente a competitividade será alta, mesmo que as outras forças não estejam atuando.

Todos os fatores anteriores convergem para a rivalidade, que constitui um cruzamento entre a guerra aberta e a diploma- cia pacífica. As empresas manobram para conquistar posições. Elas podem atacar-se umas às outras ou concordar tacitamente em coexistir, talvez até formando alianças. (CHIAVENATO, 2003)

Essa força pode ser percebida quando:

A segunda força é a Ameaça de Novos Entrantes. Ou seja, quando o mercado é aberto ao ponto de poder surgir novas empresas oferecendo o mesmo produto, nas mesmas condições e nas mesmas praças que os competidores atuais. Alguns mercados oferecem mais barreiras a entrada de novos competidores. Essas barreiras podem vir da legislação ou da própria auto-organização de cada mercado.

Para entrar em uma indústria as empresas precisam superar as barreiras à entrada, tais como economias de escala, requisitos básicos de capital, de lealdade dos clientes às marcas estabelecidas etc. Barreiras elevadas desencorajam a entrada de novos concorrentes. Barreiras baixas conduzem a uma elevada competição. (CHIAVENATO, 2003)

Novos entrantes representam ameaça quando:

Sabe-se que as empresa não competem apenas com outras que ofereçam o mesmo produto que elas. A terceira força de Porter leva em conta, portanto, a ameaça do surgimento de Produtos Substitutos, que são aqueles que não são exatamente o mesmo que o oferecido por uma empresa ou por um mercado, mas que podem vir a substituí-lo.

Como ninguém é insubstituível, a concorrência depende da extensão em que os produtos em uma indústria são substituíveis por produtos de outra. Os serviços postais concorrem com os serviços de mensageiros, os quais concorrem com máquinas de fax, as quais concorrem com o correio eletrônico e assim por diante. Quando uma indústria inova, as outras podem sofrer. (CHIAVENATO, 2003)

Produtos substitutos são perigosos quando:

A quarta força de Porter trata do Poder dos Compradores. Os clientes exigem mais qualidade por um menor preço de bens e serviços. Em algumas situações essa exigência se acentua, determinando a estratégia das empresas.

Os clientes querem que os preços baixem ou que a qualidade suba. Sua capacidade de consegui-lo depende do quanto compram, de até que ponto estão bem informados, da sua disposição para experimentar outras alternativas etc. (CHIAVENATO, 2003)

O poder dos compradores é grande quando:

Por fim, a quinta força de Porter trata do Poder dos Fornecedores. As relações com os fornecedores podem ser decisivas para muitas empresas. O estrategista devem levar em conta o seguinte:

Como os fornecedores querem cobrar os preços mais altos possíveis pelos seus produtos, surge a luta de poder entre as empresas e seus fornecedores. A vantagem pende para o lado que tem mais opções ou com menos a perder com o término da relação. (CHIAVENATO, 2003)

O poder de barganha dos fornecedores é alto quando:

Referência

CHIAVENATO. Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.


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